Maria Luiza Kuhn

 

Por pura teimosia

Eis –me aqui, num janeiro qualquer, ou já seria fevereiro?

Porque sigo um calendário gregoriano, digo que  já adentramos o século 21 há alguns anos.

Gênios sagrados da música erudita continuam a convidar meu coração para dançar valsas vienenses, passear em quatro estações, viajar noturnos sonhos. Me trazem notícias de séculos passados.

Livros habitam minha pequena biblioteca (bem que a queria enorme). Alguns autores pesam, outros são mais leves. Os vivos e os póstumos. A maior parte, creio, são poetas, felizmente.

O tempo presente requer tecnologia. Temos notícias urgentes. “Posts” ditos inconsequentes. Opiniões vazias e cheias de “fealdades”. Arrogâncias destiladas de ódio, verdades e conhecimentos absolutos, como se de repente todos tivéssemos defendido teses de doutorados em todas as áreas, inclusive nas mais complexas ciências. Leis, então, todos passamos a conhecer profundamente.

Lemos notícias da peste atual. Brincamos com as recomendações sanitárias e nos infectamos. E assim morremos a cada dia um pouco mais.   “A Peste” de Camus me espia da prateleira. A doença que assola os seres “apolíticos” sangra como ferida aberta, manchando um bando de cá e de lá como se todos desaprendessem a pensar a cada dia. O Príncipe de Maquiavel continua na estante. Deve estar gargalhando de algum distante lugar.

As guerras e os genocídios que viraram literatura nos contam da crueldade física da tortura de corpos, gentes e nações. Nos causam arrepios e compaixão.  Estão no passado.

Hoje, a guerra é mais sutil. A crueldade é plantada na mente, no coração e no sentimento do homem.  Utilizamos, (nós os seres humanos) o sagrado poder da palavra para amaldiçoar e magoar o semelhante. (Que semelhante?) Alimentam em nós o desgostar de tudo. Desaprendemos a compaixão porque é no presente. E assim, perigosamente, vamos perdendo a esperança. E a fome? A guerra que jogamos para longe dos nossos olhos todos os dias.

Enquanto isso, a quinta sinfonia continua a tocar. A poesia continua a existir, por pura teimosia.

E eu, sobrevivo, acreditando no ser humano. Também por pura teimosia.

By MLK 2021

Sábado, 13 Fevereiro 2021 20:19

COLUNA DA MARIA LUIZA 03 2021

Deusas de cada dia!

 

 

Mulher que sou e reconheço, gosto de imaginar que moram em mim pedaços de muitas deusas que formam o imaginário arquetípico no panteão feminino.

Tenho em mãos o livro da Mirella Faur chamado o Anuário da Grande Mãe.

Dia treze de fevereiro, ela me leva à Roma, contando que neste dia iniciava-se um festival de purificação chamado Parentália em louvor às deusas Vesta e Mania.

Nesta data os templos eram fechados e outras festividades suspensas. Somente celebrações às deusas eram permitidas.

Era feitas celebrações aos ancestrais com oferendas em forma de gratidão, ou seja, muitos rituais.

As camadas de civilização que fomos vestindo nos esvaziaram de rituais. Nos esvaziaram de muito:  como o apreço à arte, como reverenciar nossos idosos e nossos ancestrais.

A civilização atual, por exemplo, nos ensina que ser velho é feio. O corpo do velho é feio, afinal o decreto é ser bombado, botoxado (sei lá se existe esta palavra) e jovem ad eternun.

Voltemos aos rituais. Não nos damos o luxo de parar para celebrar e ritualizar nossos momentos.

Garanto que nos fazem falta. Suspender alguns minutos a doida corrida do dia a dia e acolher nossa essência e disso fazer um rito, podem nos traz de volta para “casa”

Reflexão para hoje inspirada nas Deusas que me habitam.

 

By MLK

13/02/2021

 

 

 

 

Sexta, 29 Janeiro 2021 23:13

Coluna da Maria Luiza 02 2021

 

Fiz as pazes com a bicicleta

 

Parece que todas as crianças gostam de bicicletas. Parece até um rito de passagem, quando são retiradas as rodinhas de apoio e os pais encorajam os pequenos a andaram como “gente grande”.

Óbvio, para quem pode ter bicicleta desde a infância. Não foi o meu caso, e não é a realidade para a grande maioria das crianças. Mas falemos das bikes e suas superações.

Era eu pré-adolescente e alguém me emprestou uma bicicleta, para dar uma volta. Não querendo fazer feio (típico da idade), montei no “veículo” e, simplesmente, saí em disparada. O tombo foi, além de inevitável, traumático e dolorido.

Registrei esta dor na memória e o desejo de andar de bicicleta deve ter sido guardado na quinta gaveta do enésimo armário, fechado a ferrolhos no meu inconsciente.

Toquei a vida com uma característica “baby boomer” (mais trabalho do que qualquer outra coisa) e quando chego nos cinquenta e poucos eis que quebram-se todos os ferrolhos e os armários parecem ter se desintegrado.
A memória e o desejo de andar de bicicleta vieram à tona com muita raiva. Sim, tipo: aprendi um monte de coisa e não sei me equilibrar neste negócio, como se essa habilidade dependesse apenas da cognição.

Comecei a invejar todos os usuários de bikes do mundo. Principalmente aqueles que passeavam na orla da cidade praiana em que morava. Inveja mesmo. Mas quando eu pensava, hoje me encorajo, lá vinha a minha insegurança e balançava em cima da bike, caia, não equilibrava e voltava correndo para casa, empurrando a bicicleta.

Ah,  antes que termine a crônica, vou confessar outra coisa: tenho uma inveja danada dos casais que viajam de motocicleta. Nunca andei numa moto, nem sequer de carona, mas isso é para outro dia.

Voltemos à bike; Eu já com sessenta e um tantinho. Chega a pandemia. Trancafiada em casa.

Algum exercício tinha que fazer. Acreditem ou não, a garagem do prédio estava vazia. E eu invisível a qualquer julgamento e  a qualquer perigo de obstáculo, pego a bike disponível e começo a praticar dentro da tal garagem.

Sucesso total. Sozinha, desenhava caminhos e muita voltas na garagem. Viva!

Mudo de cidade, compro uma bike novinha, e eis que começo a passear pelo bairro. Agora de máscara e capacete. Meio atrapalhada ainda, mas bem mais confiante.

 E a menina que nunca pôde ter uma bicicleta anda de mãos dadas comigo e sorri para a mulher que hoje, depois dos sessenta, supera o trauma do tombo e , enfim, pode comprar sua bicicleta.

Vento no rosto. Riso feliz.

By MLK

Janeiro 2021

 

Sobre o primeiro beijo.

 

A gente nunca esquece. É verdade?

Dizem que sim. Eu nunca esqueci. Há quem conte como foi, há que nem sob tortura contará.

A questão que me fez pensar é: por que não esquecemos o primeiro beijo?  Não que tenha sido o mais gostoso (se podemos atribuir escala à beijos), nem o trocamos com a pessoa mais marcante em nossa vida, na maioria das vezes, mas está carimbado como tatuagem na lembrança. A provocação sobre o assunto foi de um amigo. Ele não conta. Eu conto: Devia ter por volta de 14 anos, quando tivemos permissão de ir a festinhas de garagens (na época) com colegas de aula. Dancinha vai, dancinha vem e ao final do evento, retornando, alguns rapazes acompanhavam as moças até suas casas (vejam como é antigo isso).

Numa dessas meu acompanhante tascou um beijo e eu bem que gostei, aliás tudo o que eu queria saber naquela etapa, era como seria a sensação de beijar, até então virgem de beijos. Foram um ou dois, não lembro direito. Lembro que me despedi e corri para dentro de casa. Direto para frente do espelho para ver qual o efeito físico do beijo, examina o lábio, examina a face.... aparentemente tudo igual. Não sei bem o que esperava, mas nada denunciava que eu já havia debutado na arte de beijar. Confesso que fiquei um pouco decepcionada naquele dia.

Revisitando a cena nas páginas das minhas memórias percebo que, não no físico, mas nas lembranças que o tempo coleciona é que fez diferença. Por quê? Sigo não entendendo muito bem.

Hoje e sempre o beijo continua sendo muito bem-vindo.

A intimidade mora no sopro da vida trocado no beijo.

 

By MLK janeiro de 2021

Coluna da Maria Luiza 03/2020

 

Iguarias no céu!

 

Hoje acordei em festa. Um tipo de festa que sempre foi banquete para a menina que habita em mim.

Muitas cucas (iguaria de origem alemã, típica entre os imigrantes no sul do Brasil) de diversos sabores e coberturas. Sucos, muitos sucos. Pães fresquinhos e café com leite.

Posso afirmar que se passava no interior do interior do sul do Brasil. Sequer havia energia  elétrica naquele lugar, quando eu era uma menina. Lembro das cantorias dos meus tios avós à luz do lampião, ou em noites claras, apenas iluminados pela luz da lua, naquela varanda aberta ao jardim cultivado cuidadosamente pela minha tia avó. Perfumado e colorido jardim.

O anoitecer juntava-se à noite, precocemente. Logo era hora de descansar, pois faina da roça começa ao clarear do dia.

As férias escolares, que em parte se davam neste lugar, preencheram minha alma de cantorias.

A festa em que acordei no sonho era na casa deles.

Todos lindos, arrumados e cheirosos nos preparávamos, para celebrar algum evento. Creio que o mais tradicional de todos, chamado festa de KERB. (uma festa da tradição dos imigrantes alemães no sul do país para congregar familiares ou comunidade, ao menos uma vez por ano)

A dona da casa (minha tia avó) estava linda e vestia branco. As filhas, todas coquetes na volta dela. O dono da casa, estava mais magro no meu sonho.

Minha mãe, estava a se arrumar. Uma blusinha branca de voal cheia de flores delicadas em bordado a faziam feliz.

Mas fazia frio outonal. Ela precisava de um casaquinho e era esse o nosso conflito. Meu e da minha irmã. Ela não se convencia, queria usar mesmo aquele (branco amarelado, a tirar a delicadeza da blusinha) e então eis que, como argumento nós a convencemos: Sua mãe não vai gostar mamãe!

Sabidamente minha avó, gostava de tudo muito branco, alvejado e engomado, se possível.

Então ao meio de todos os preparos, me dei conta de que nesta festa, teríamos imensos vazios à mesa, especialmente, minha mãe e minha tia que gostavam tanto destes encontros.

Chorei estes vazios, mas chorei tanto que as lágrimas foram limpando a visão e descobri neste lampejo que a festa era no céu. Todos em comunhão, pois os principais personagens já haviam mudado de plano.

Sorri, eu fora convidada no sonho para estar com eles. Para que chorar? Estava a celebrar como especial presença.

Acordei!

Sigo neste planeta com minhas doces lembranças cheias de cantorias.

 

By MLK 2020

O que é ser elegante?

Recorrente depois de tantos textos e compartilhamentos?
Atrevo-me a reescrever sobre Elegância.
O que é ser elegante?
“A Educação enferruja por falta de uso,” é uma frase atribuída ao pintor francês, Henri Toulouse Lautrec (1864-1901), a quem também é atribuída a autoria de um texto magnífico sobre boa educação alinhada com elegância. O artista se inquietava com o assunto no final do século dezenove.
Hoje em pleno século Vinte e Um, percebe-se que o assunto é tão ou mais atual e nos chama à reflexão.
Começando por uma frase do texto de Lautrec que assegura que “sorrir é sempre elegante e faz bem para alma”, é por aí que vamos caminhar de mãos dadas com algumas palavras.
Elegância não tem idade, nem classe econômica que possa se arvorar como dono absoluto desta qualidade.
É coisa que mora dentro. Vem com o seu gesto de carinho, com a palavra solidariedade.
É atitude impregnada de respeito em todos os poros. Respeito pelas ideias do semelhante. Ah amar o outro como ele é! Quanta elegância!
Reverência pela natureza. Boa educação no transito. Pela atitude de não corroborar com o silencio dos covardes diante da pedofilia, da exploração sexual e de tantos males que afligem a civilização, principalmente atingindo as minorias e os mais fracos.
Tem a ver com a tolerância na medida certa.
No ato de abortar a fofoca fútil, que é sempre inútil.
É sim elegante saber usar talheres em uma recepção, mas muito mais elegante é ser simples quando a ocasião requer. Usar um único talher quando o anfitrião não tem outras, saborear a sua iguaria como se banquete fosse. Ele nem de longe pode sentir-se humilhado.
Elegante é ouvir mais do que falar. É olhar nos olhos do seu interlocutor. É baixar a voz quando alguém lhe agride para trazê-lo à realidade simplesmente com a sua atitude.
A gentileza é a essência da elegância. Generosidade é sua porta de entrada. O sorriso é a sua assinatura.
Como bem afirmou Talousse ,há tempos atrás “ joias, dinheiro, sobrenome não substituem elegância de gestos. “
Aliás, a elegância de comportamento nunca sai da moda. É grife das mais renomadas.
Use e abuse!

By MLK

Sexta, 24 Março 2017 23:46

Coluna da Maria Luiza 01 - O SÁBIO.

Hoje é sexta-feira!
Feliz por estar aqui compartilhando o espaço criado pela Casa da Poesia, com talentos que se tornam amigos.
Gratidão!

 

Legados do Cotidiano 1

 

O Sábio!

O tempo é um velho sábio sentado na porta.
Não tem pressa. Nada forja. Nada cobra, embora costumemos colocar-lhe culpas de cobrança.
Ele espera. Espera que um dia possamos entender que a hora, o minuto, o segundo é agora.
O tempo sabe disso. Hoje ele está de plantão mais uma vez para fazermos a nossa hora.
Ele não corre como dizem. Nós é que corremos. Fingimos fugir dele.
Lembro-me da expressão “estou correndo atrás do tempo” e ele rindo às gargalhadas, porque permanece sentado nos observando.
Sentado na porta da nossa consciência/vida, ele vai compassando nossos momentos.
Colocamos grossas lentes de camadas de civilização, que foram quase nos cegando, como aderindo à nossa pele Ligamos o piloto automático e jogamos a chave fora.
Mas afinal, o que mesmo o tempo quer nos ensinar nesta calmaria toda?
Mudemos de lente ora bolas! Fácil? Mas nem um pouco!
O despertar é que faz a diferença. Quando tomarmos coragem de olhar para ele com olhos de verdade e dizer: Sim, eu quero!
Quero aprender contigo Tempo. Quero respeitar minhas horas. Meus dias. Minhas realizações.
Quero servir: Hoje!
Fazer pacto com a Luz.
O tempo então vai sorrir. A mente se aquietará e de coisas “necessárias “ passaremos a ver coisas úteis. O que realmente nos faz únicos enquanto “todos um”.
Coisas inúteis costumam brigar com o tempo. E, nós teimosos permanecemos empacados. Aliás, por vezes nos tornamos robustos e práticos nisso porque vamos treinando a robustez do sobreviver, deixando para viver mais tarde.
Já coisas úteis alinham com o tempo. O que realmente é útil?
Conversemos com o velho sábio. Ele nos ajudará. Ele tem chaves que nem sonhamos e habita dentro de nós.
Ele espera todos os dias sentado, talvez até fumando um cachimbo para provar que não tem pressa.
O mestre Jean-Yves Leloup, tem uma frase que muito gosto:
. Nascemos para sermos conscientes, não apenas das coisas horríveis e magníficas, mas para conhecer em nós a Consciência da Consciência...

Bom dia! Podemos renascer sempre com ele, o tempo.

Sexta, 13 Novembro 2020 18:56

Coluna da Maria Luiza 2 2020

Te amo de todo o dia!

 

Parece que aprendemos desde muito cedo a economizar palavras de gentileza, fazendo parecer necessário guardá-las para algum encontro ou momento único, assim como aquelas conversas de vó que nos ensinavam a guardar pelo menos uma muda de roupa para ocasiões especiais.

Há também quem diga que o “eu te amo” não pode ser banalizado. Em contraponto, digo eu, tantos impropérios diários são banalizados e tudo vai virando energia nesta egrégora  chamada Planeta Terra. Pois bem: não seria melhor, então, “banalizar” palavras de gentileza todo o dia e vibrar no mais sutil, belo e melhor?

Aprendemos pelo lado avesso. Cultivamos mais o lado avesso das energias.

Pois vejo  que hoje é “celebrado” o dia da gentileza. Muito esquisito.

Dizer o “eu te amo “para as pessoas que realmente se ama, não é difícil. É um exercício. Mas ouvir... Ah! ouvir é tão maravilhoso. Muda o dia de quem ouve. Desde, é claro, que tenhamos ouvidos para escutar o “eu te amo”. Não facilmente jogá-lo na vala comum das palavras.

Com o exercício da palavra, carregamos a prática do amor, que é a grande aspiração da humanidade.

Dia de gentileza para mim é todo o dia. Exercício de todo o dia.

Como costuma escrever um amigo virtual:

“nos amamos”.

 

By MLK

13/11/2020

Sexta, 06 Novembro 2020 20:04

Coluna da Maria Luiza 1 2020

 

A inquietude cega.

 

Tornam-se dolorosas as buscas internas nos dias em que a mente anda inquieta.

Os instrumentos (a escrita por exemplo) parecem objetos de tortura. Cavam verdadeiros caminhos por entre os pensamentos.

Sobem as montanhas íngremes que habitam o imaginário. E lá dentro, nas profundezas, encontram mais barreiras. Todas determinados pelo próprio consciente.

Quando finalmente o caminho se rompe para que a imaginação ganhe espaço (não sem dor), o alívio dá espaço para um breve descanso. Que seja breve, relembra, pois novas barreiras poderão cair, caso o caminhar não persista.

Lembrando da essência, podemos observar melhor: o mundo é uma grande pirâmide invertida, quando olhamos a nossa problemática. Somos uma “pontinha”. A de baixo. Acima tem o mundo. O mundo é que importa.

Mas a pontinha tem mesmo que estar presente e firme.

Façamos nosso alicerce, olhando para cima e vendo a imensidão.

A inquietude costuma cegar.

 

by MLK 06/11/2020

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